sábado, 14 de abril de 2012
Cursos do MEC formam educadores em temáticas ambientais
O ano de
2012 promete intensificar o debate sobre as condições ambientais e a sustentabilidade da
vida no planeta. Tal como aconteceu vinte anos atrás, o Brasil
sediará a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento,
a Rio+20, e estes
temas ganharão destaque nos meios de comunicação.
Neste ano, o
Ministério da Educação (MEC) também pretende lançar a IV Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, um processo pedagógico que mobilizará escolas de
todo o país entre junho de 2012 e outubro de 2013, e que terá como tema: “Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis”.
Compreender as
implicações dessas temáticas na vida cotidiana de estudantes, professores e
demais integrantes da comunidade escolar demandará
das escolas formação específica
para aprimoramento de sua capacidade técnica em educação ambiental.
Por isso, o MEC, em parceria com o Sistema Universidade
Aberta do Brasil (UAB)
coloca à disposição das escolas três
cursos de formação de caráter semipresencial, que tratam
das temáticas ambientais com foco nas mudanças ambientais globais e na criação
de escolas sustentáveis.
Conheça os cursos
disponíveis:
Educação Ambiental:
Escolas Sustentáveis e Com-Vida –
Curso de extensão, com 120 horas de duração, destina-se à formação da
comunidade escolar por meio da criação de uma proposta de adequação da escola
aos princípios da sustentabilidade socioambiental.
O curso tem como objetivos:
· Planejar uma intervenção nas escolas
para transformá-las em espaços educadores sustentáveis, tornando-as referências
de sustentabilidade para as comunidades onde se inserem;
· Discutir estratégias para qualificar o
tratamento da educação ambiental nos currículos, forma transversal e interdisciplinar;
- Implantar
Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (Com-Vida) nas escolas, como
instrumentos de gestão democrática e de planejamento participativo da
transição para a sustentabilidade;
- Estimular
as escolas a participarem de projetos que promovam a educação para a
diversidade e a sustentabilidade.
O curso, com duração de três meses, é
aberto à participação de professores, gestores e estudantes dos anos finais do
Ensino Médio, bem como aos membros da comunidade do entorno dessas escolas.
Educação Ambiental – Aperfeiçoamento – Abordando as mudanças ambientais globais a partir dos
seus impactos nos quatro elementos (água, ar, fogo e terra), este curso com 180
de duração pretende estimular os profissionais da educação básica a
desenvolverem uma educação ambiental contextualizada de forma transversal à
prática pedagógica da escola. Tem como objetivos:
- Contribuir
com o enraizamento da Política Nacional de Educação Ambiental nos sistemas
de ensino;
- Discutir
estratégias para inserção qualificada da educação ambiental no projeto
político pedagógico das escolas, de forma transversal e interdisciplinar;
- Estimular
as escolas a participarem de ações e projetos que promovam a educação
ambiental, a diversidade e a sustentabilidade.
Trata-se de um curso prioritariamente
voltado aos profissionais da educação, mas possui uma cota de 10% para
atendimento de demanda social, composta por integrantes dos diversos conselhos
de educação, meio ambiente, direitos humanos e outros existentes em âmbitos
municipais e estaduais, bem como integrantes de organizações sociais de áreas
correlatas.
Educação Ambiental –
Especialização –
Este curso, com 405 horas de duração na modalidade semipresencial,
aborda questões essenciais para o desenvolvimento da educação ambiental nas
escolas, como a inter e a transdisciplinaridade, o projeto político-pedagógico,
a formação de redes, movimentos de juventude e outros aspectos relacionados à
gestão ambiental na escola e na comunidade, considerando as mudanças ambientais
globais e a construção de espaços educadores sustentáveis. Tem como objetivos:
· Ampliar o acesso à formação continuada
para profissionais da educação básica, contribuindo com uma educação
contextualizada com a realidade socioambiental;
·
Formar educadores na identificação de
demandas, planejamento e execução de projetos de educação ambiental, visando à
sustentabilidade socioambiental na escola e na comunidade;
·
Estimular a constituição de grupos de
pesquisa e de ação em educação ambiental;
·
Incentivar a transformação das escolas
em espaços educadores sustentáveis.
É voltado a professores,
técnicos e gestores educacionais que atuam na educação básica e tenham
graduação no ensino superior.
Diretores de escolas têm até o próximo dia 30 de abril de 2012
para solicitarem a inscrição de educadores e parceiros da demanda social nos
cursos. A inscrição deve ser feita no link do PDE interativo do site do MEC,
que pode ser acessado em: pdeescola.mec.gov.br
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Ultrabooks: o que podemos esperar dessas novas máquinas
Eles já são conhecidos pela espessura, leveza e alto desempenho. Mas a segunda fase dos Ultrabooks já está prevista, e trará ainda mais desempenho..
Elegantes, muito mais finos e muito mais leves. Essas são apenas algumas das qualidades dos Ultrabooks quando você os compara aos notebooks tradicionais. Justamente por serem muitas as diferenças, os Ultrabooks não são uma evolução dos notebooks, mas uma nova categoria de computadores.
Cássio Tietê, diretor de Estratégia e Novos Negócios da Intel diz que o Ultrabook "é o conjunto de desempenho muito melhor, conectividade no momento em que você quiser, formato diferenciado e, também, a questão da segurança".
Para criar essa nova categoria de computadores portáteis, prestar atenção no desejo dos usuários foi decisivo. Dá para dizer que os Ultrabooks são resultado da junção do que há de melhor em tecnologia com a praticidade e eficiência que todos nós sempre quisemos em um micro.
"As pessoas querem mobilidade completa. Elas querem uma experiência diferenciada em termos de leveza, querem estar conectadas todo o tempo. Então, o Ultrabook, na realidade, é uma visão que nós trouxemos, é uma nova categoria que criamos e que evolui em três momentos", diz Cássio.
Estamos vivendo a primeira fase dos Ultrabooks. Hoje, eles já são surpreendentes: com seu design super fino, baterias que duram muito mais, e o desempenho da segunda geração de processadores Core.
A segunda fase dos Ultrabooks está prevista para o segundo semestre de 2012. A partir daí, eles já virão equipados com a terceira geração dos processadores Core. Isso quer dizer ainda mais desempenho, além de tecnologias de proteção de identidade do usuário, telas sensíveis ao toque e baterias que vão durar ainda mais.
Cássio explica que a 3ª geração seria uma espécie de sonho para qualquer pessoa, e proporciona duração de bateria em stand-by de mais de 10 dias e até percepção de gestos e de voz: "É a unificação de dois mundos, o dos tablets e o dos notebooks", diz.
Chegar a modelos assim, tão compactos e tão poderosos só foi possível a partir de um grande esforço de vários fabricantes. Quase todos os componentes tiveram de ser miniaturizados.Segundo Cássio, a Intel investiu mais de US$300 milhões (cerca de R$510 milhões) nos fabricantes de componentes para que eles se desenvolvam.
A empresa também investiu "mais de US$100 milhões (cerca de R$170 milhões) na comunidade de software para desenvolvimento de apps que possam ser utilizados no Ultrabook", explica o diretor.
O Olhar Digital registrou os primeiros lançamentos de Ultrabooks nos Estados Unidos – durante a CES, a maior feira de tecnologia do mundo, realizada em Las Vegas. Registramos também aqui no Brasil, na Campus Party, a primeira mostra de Um ultrabook fabricado localmente. Você pode rever essas reportagens e conferir alguns modelos de Ultrabooks super diferentes. Máquinas que prometem chegar ao mercado apenas no ano que vem, mas que você conhece primeiro aqui, é claro. Aproveite!
Fonte: olhardigital.com
Assinar:
Postagens (Atom)




